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Atendimento médico especializado em transplante capilar e blefaroplastia.

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Dr. Cássio Coelho

CRM 23726-DF 28917-GO / RQE 15651
Universidade Federal de Goiás e residência Hran Brasília.

Todos os transplantes são realizados pessoalmente pelo médico, com equipe qualificada e anestesista presente, garantindo precisão, segurança e atendimento individualizado.

Dr. Cássio Coelho

CRM 23726-DF 28917-GO / RQE 15651

Formado pela Universidade Federal de Goiás (UFG), com residência médica no HRAN – Brasília, o Dr. Cássio Coelho é referência em transplante capilar de alto padrão, combinando ciência, precisão técnica e tecnologia avançada para resultados naturais e duradouros.

Com uma abordagem totalmente personalizada, acompanha cada paciente em todas as etapas do tratamento, priorizando segurança, excelência e uma experiência médica diferenciada, com foco na recuperação da autoestima e confiança.



Transplante capilar

O Dr. Cássio é extremamente humano, cuidadoso e tem um conhecimento enorme. Ele me ajudou a esclarecer dúvidas que outros profissionais não conseguiram explicar ou passar segurança. Desde a primeira conversa até o pós, me senti muito bem orientado e confiante.

Transplante capilar

Passei por quatro médicos antes, mas nenhuma experiência se compara à do Dr. Cássio. Inclusive, no pós-transplante, tive uma dúvida em um sábado à noite e ele prontamente me respondeu às 22h, o que demonstra o cuidado e a dedicação que fazem toda a diferença.

Transplante de sombrancelha + Transplante capilar, combinados

Meu transplante capilar superou as expectativas. O resultado ficou extremamente natural e hoje me sinto muito mais confiante. A mudança vai além da estética, impacta diretamente a autoestima e a forma como me apresento no dia a dia.

Transplante capilar

Como alguém que vive no palco e diante do público, o visual faz diferença. O transplante capilar trouxe um resultado discreto, harmônico e muito acima do que eu imaginava. É gratificante ver um procedimento tão bem executado.

Transplante capilar

Transplante capilar

Transplante capilar feminino e sobrancelhas

Transplante capilar

Transplante capilar feminino

Dúvidas frequentes

Entender cada etapa do cuidado com os cabelos é fundamental para se sentir seguro e confiante ao iniciar um tratamento. Pensando nisso, reunimos abaixo as perguntas mais frequentes que recebemos no consultório. Caso ainda tenha alguma dúvida, fique à vontade para entrar em contato — estamos aqui para ajudar!

Ficam cicatrizes após o transplante capilar? Na área doadora ou na área implantada?

Não. Quando o transplante capilar é realizado com técnica adequada e equipamentos modernos, não ficam cicatrizes aparentes, nem na área doadora nem na área implantada.

Na extração dos folículos utilizo o Mamba Trivellini, considerado um dos equipamentos mais modernos do mundo no transplante capilar. Esse sistema permite a retirada das unidades foliculares com punches extremamente finos, geralmente com diâmetro inferior a 0,8 mm, tornando o procedimento minimamente traumático para o couro cabeludo.

Devido ao tamanho muito reduzido dessas microincisões e ao padrão cuidadoso de extração dos folículos, não permanecem cicatrizes visíveis na área doadora após a cicatrização, especialmente quando o procedimento é realizado com planejamento adequado e distribuição homogênea das extrações.

Na área receptora, onde os fios são implantados, também não ficam cicatrizes aparentes. A implantação é realizada utilizando implanters, instrumentos cirúrgicos extremamente delicados que permitem posicionar cada unidade folicular com grande precisão e com incisões muito pequenas.

Esse tipo de técnica reduz o trauma nos tecidos e permite que a pele cicatrize naturalmente, sem deixar marcas visíveis.

Após a recuperação completa, o que se observa é apenas o crescimento natural dos novos fios, de forma harmoniosa e discreta.

A qualidade da área doadora é um dos fatores mais importantes para determinar o potencial e os limites de um transplante capilar.

Essa avaliação deve ser realizada em consulta médica, por meio de exame clínico detalhado e, sempre que possível, análise tricoscópica, que permite examinar características microscópicas dos folículos.

Entre os principais fatores analisados estão:

* densidade folicular (unidades foliculares por cm²)
* espessura e calibre dos fios
* proporção de unidades com múltiplos fios
* elasticidade e mobilidade do couro cabeludo
* extensão da área doadora segura
* padrão atual e provável evolução da alopecia

Uma área doadora considerada “boa” não significa apenas alta densidade. O aspecto mais importante é a capacidade de doação segura ao longo do tempo, permitindo a retirada de folículos sem causar rarefação visível e preservando opções para o futuro.

Em alguns pacientes, a área doadora do couro cabeludo pode ser mais limitada. Nesses casos, é possível ampliar significativamente a disponibilidade de folículos utilizando áreas doadoras corporais, como barba, tórax e dorso.

Com o uso de tecnologias avançadas de extração, como o Mamba Trivellini, que permite trabalhar com punches extremamente precisos e pouco traumáticos, é possível realizar extrações de grande volume também nessas regiões.

A barba, por exemplo, pode representar uma fonte extremamente valiosa de folículos. Em muitos pacientes é possível obter mais de 5.000 fios apenas dessa região, o que amplia de forma importante a capacidade de reconstrução capilar em casos mais avançados.

Esse tipo de abordagem exige planejamento cirúrgico cuidadoso, experiência técnica e criteriosa seleção das áreas doadoras, para garantir naturalidade, segurança e preservação estética de todas as regiões envolvidas.

O planejamento da área doadora é um dos pilares de um transplante capilar bem-sucedido e deve sempre considerar não apenas o resultado imediato, mas também a sustentabilidade do tratamento ao longo dos anos.

A resposta é não. Apesar de a finasterida ser uma das principais medicações utilizadas no controle da alopecia androgenética, atuando nos fios que já estão doentes, ela não é obrigatória em todos os casos. Porém costuma ser fortemente recomendada para pacientes com alopecia ativa, especialmente em pacientes mais jovens ou com histórico familiar de progressão acentuada.

É importante entender que o transplante capilar trata as áreas que já apresentam perda de cabelo, enquanto a medicação atua na preservação dos fios nativos que ainda não foram perdidos.

Caso a medicação seja suspensa, a alopecia pode continuar evoluindo de acordo com a predisposição genética de cada indivíduo.

Por isso, a indicação do tratamento medicamentoso deve sempre ser individualizada, levando em consideração perfil clínico, idade, padrão de alopecia e expectativas do paciente.

A definição da linha frontal, também conhecida como hairline, é um dos aspectos mais importantes para a naturalidade do resultado de um transplante capilar.

Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, o objetivo não é simplesmente “baixar a testa”, mas criar uma linha frontal harmônica, proporcional e adequada ao envelhecimento natural.

Para isso, diversos fatores são cuidadosamente analisados, como:

* proporção e formato do rosto
* idade do paciente
* padrão atual e provável evolução da alopecia
* capacidade da área doadora
* características naturais da linha frontal masculina

Linhas frontais excessivamente baixas podem resultar em aparência artificial e, além disso, comprometer a disponibilidade da área doadora no futuro.

Por esse motivo, o planejamento da hairline é sempre realizado de forma personalizada, buscando naturalidade, equilíbrio facial e longevidade estética.

De acordo com as normas do Conselho Federal de Medicina, não é permitido divulgar valores de procedimentos médicos de forma pública.

O investimento em um transplante capilar pode variar de acordo com diversos fatores, como:

* extensão da área a ser tratada
* número estimado de enxertos necessários
* técnica cirúrgica utilizada
* complexidade do caso
* possibilidade de sessões complementares

Por isso, a definição do planejamento cirúrgico e do orçamento só pode ser realizada após avaliação médica individualizada.

Sim. Cada vez mais mulheres procuram o transplante capilar como forma de restaurar áreas de rarefação ou corrigir falhas específicas.

As indicações mais comuns incluem:

* rarefação localizada com área doadora preservada
* correção de cicatrizes
* falhas traumáticas ou por tração
* algumas formas de alopecia androgenética feminina estabilizada

Entretanto, nem todos os casos de queda capilar feminina são indicados para transplante. Em situações de queda difusa ou doenças inflamatórias do couro cabeludo, o tratamento clínico pode ser a abordagem mais adequada inicialmente, partindo para a cirurgia após estabilização do quadro.

Por isso, a avaliação especializada é fundamental para determinar se o transplante é realmente a melhor opção em cada caso.

Sim. O acompanhamento pós-operatório é uma etapa fundamental do tratamento.

Após o procedimento, o paciente recebe orientações detalhadas de cuidados e passa por avaliações periódicas para monitorar a evolução do resultado.

De forma geral, o acompanhamento inclui:

* primeiro dia: retirada do curativo e orientações iniciais de higiene
* 7 a 14 dias: avaliação da cicatrização
* 1 mês: acompanhamento da fase de queda transitória dos fios (shedding)
* 3 meses: início da avaliação do crescimento
* 6 meses: acompanhamento intermediário da evolução
* 12 meses: avaliação do resultado final

O crescimento dos fios ocorre de forma progressiva, e o resultado completo do transplante costuma ser avaliado entre 12 e 18 meses, podendo variar conforme a área tratada.

Não existe uma idade mínima formal para o transplante capilar, mas existe uma idade mais adequada para a realização do procedimento.

Em pacientes muito jovens, especialmente abaixo dos 23–25 anos, a alopecia pode ainda estar em fase de progressão ativa. Nesses casos, a realização precoce do transplante pode comprometer o planejamento de longo prazo.

Por esse motivo, muitas vezes priorizamos inicialmente tratamento clínico e acompanhamento da evolução da alopecia, antes de indicar qualquer intervenção cirúrgica.

Cada caso deve ser avaliado de forma individualizada, levando em consideração o padrão de perda capilar, histórico familiar e estabilidade da doença.

Não.

O transplante capilar é um procedimento autólogo, ou seja, o próprio paciente é o doador dos folículos que serão transplantados.

Transplantes entre pessoas diferentes não são realizados na prática clínica, pois haveria alto risco de rejeição imunológica. Além disso, seria necessário o uso contínuo de medicações imunossupressoras, o que tornaria o procedimento inviável e inseguro.

Os folículos utilizados no transplante são retirados da chamada área doadora segura, uma região do couro cabeludo geneticamente menos sensível à ação do DHT, hormônio associado à alopecia androgenética.

Esses folículos mantêm suas características mesmo após serem transplantados para áreas calvas, o que proporciona resultados duradouros.

No entanto, é importante compreender que o transplante não interrompe a progressão da alopecia nos fios nativos que ainda não foram transplantados.

Por isso, em muitos casos pode ser recomendado tratamento clínico complementar para preservação do cabelo existente, além da possibilidade de sessões adicionais ao longo dos anos, dependendo da evolução natural da alopecia.

Assim, podemos dizer que os fios transplantados são permanentes, enquanto a alopecia androgenética continua sendo uma condição progressiva que deve ser acompanhada ao longo do tempo

Não. O transplante capilar é realizado com anestesia local, utilizando um protocolo anestésico seguro e altamente preciso, que garante conforto ao paciente durante todo o procedimento.

Antes do início da cirurgia é realizado um bloqueio anestésico do couro cabeludo, que faz com que a região tratada permaneça completamente insensível à dor. Após essa etapa inicial, o paciente geralmente não sente desconforto durante as fases de extração e implantação dos folículos.

Em alguns casos, também pode ser utilizada sedação venosa, proporcionando ainda mais conforto e tranquilidade durante o procedimento.

Além disso, o protocolo anestésico utilizado na cirurgia é planejado para proporcionar maior conforto também no período pós-operatório, reduzindo significativamente qualquer sensibilidade nas primeiras horas após o procedimento.

Nem sempre.

O transplante capilar pode ser realizado tanto com raspagem quanto sem raspagem dos fios, dependendo das características de cada caso e do planejamento cirúrgico.

Em muitos pacientes, especialmente aqueles que desejam maior discrição no pós-operatório, é possível realizar o procedimento sem raspagem dos cabelos, técnica conhecida como transplante capilar sem raspar ou long hair transplant. Nesse método, os fios são mantidos no comprimento natural, permitindo que o procedimento seja ainda mais discreto.

Por outro lado, em alguns casos a raspagem parcial ou total pode ser recomendada, principalmente quando é necessário trabalhar com um número muito alto de enxertos ou quando a raspagem permite maior precisão técnica na extração e implantação dos folículos.

A escolha da abordagem é sempre feita de forma individualizada, buscando equilibrar resultado estético, segurança do procedimento e preferência do paciente.

Brasília: Santos Dumont Medical Center – Lago Sul

Goiânia : Instituto Vitalux R. 1125, 369 – St. Marista